Saia da Babilônia!

23 de Outubro de 2014

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ARQUEOLOGIA BÍBLICA: FRAGMENTO DO EVANGELHO DE SÃO JOÃO

 

O Papyrus P52 da Biblioteca de Rylands, conhecido como o fragmento de São João, é um fragmento de papiro exposto na Biblioteca de John Rylands, Manchester, Reino Unido.

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O Papyrus P52 da Biblioteca de Rylands é o texto mais antigo que se conhece do Novo Testamento. Foi descoberto em 1920, no deserto do Médio Egipto, e tornou-se público em 1935.
As cavernas de Qumrán descobertas em 1947 por beduínos e cujas escavações iniciaram-se em 1950.
Entre 1962 e 1963 foi encontrado o Papiro de Wadi Daliyyat, conhecido pelo Papiro de Samaria, da época persa.
Em 1964 foi descoberto o Papiro de Ketej-Jericó da época persa-helenística.
Em 1991 foi descoberta a chamada Tumba de Caifás
Em 1993 foi descoberta a Estela de Tel Dan
Trata-se duma pedra de basalto escuro que menciona a "Casa de Davi", com a inscrição bytdwd, (byt casa dwd Davi). 
Em 1996 foi descoberta a inscrição de Ecrom (Tel Mikné)
contendo o nome da cidade filisteia de Ecrom e uma lista dos seus reis.

Em 1997 foi descoberto o antigo mosteiro de Katisma.
Em 1998 foi descoberta a Sinagoga de Jericó datada do ano 75 a.C. (Ehud Netzer).
Em 2001 foi descoberta a Estela de Joás, rei de Judá.
Em 2007 foi encontrado o túmulo de Herodes.
Controvérsia

Há controvérsia quanto à veracidade de que a Septuaginta tenha mesmo existido como uma versão pré-cristã do Velho Testamento em grego, pois nunca foi encontrada nenhuma versão do Velho Testamento em grego datando antes de Orígenes (185 — 253 d.C)[1].

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Mesmo Dr. Jones e Dr. Silva, defensores da Septuaginta e escritores do proeminente livro Invitation to Septuagint (Convite à Septuaginta), expressam, em duas ocasiões, a fragilidade que cerca o assunto[2] :
a) "The reader is cautioned, therefore, that there is really no such thing as the Septuagint" (O leitor é advertido, portanto, que na verdade não existe uma 'Septuaginta')
b) "Strictly speaking, there is no such thing as the Septuagint.
This may seem like an odd statement in a book entitled Invitation to the Septuagint, but unless the reader appreciates the fluidity and ambiguity of the term, he or she will quickly become confused by the literature." (Estritamente falando, não existe uma 'Septuaginta'. Esta

parece até uma declaração estranha num livro chamado Convite à Septuaginta, mas a menos que o leitor compreenda a fluidez e ambiguidade do termo, ele ou ela irá se confundir rapidamente pela literatura.